No início dos anos 50, moradores das proximidades do estádio da Vila Leme passaram a reivindicar a abertura de uma rua, que teria sido fechada pelo Paulista quando da construção do estádio.
Dados os problemas, o presidente do Paulista, o engenheiro Odil Campos Saes, começa a estudar locais para a construção de um novo estádio.
Foram apresentadas, então, três terrenos para que fosse escolhido o que melhor conviesse à construção do estádio. Conforme as condições estipuladas pelo clube, as áreas deviam ter em torno de 40 mil metros quadrados e serem doadas, tendo em vista a valorização do restante do loteamento, com as obras de infra-estrutura, cuja extensão contaria com o apoio do poder público.
As áreas submetidas à escolha do clube foram: 36 mil m2, da Imobiliária Boa Vista; 24.600 m2 da imobiliária que loteou o Jardim Guanabara; 36 mil m2 mais três lotes no Jardim Pacaembu, em loteamento da Companhia Cabuçu. Esta última foi a escolhida pela diretoria do Paulista.