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Sexta-Feira, 22 de Fevereiro de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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A chave para a longevidade é a atividade física.



 

 

Com o aprimoramento da tecnologia e estudos cada vez mais avançados da medicina e da neurociência, o ser humano já conseguiu mapear as principais condutas, que certamente elevam o padrão de excelência, no que se refere à qualidade da vida moderna.

Dr. Mário Martinez, que já participou de documentários científicos exibidos pela National Geografic, CNN, BBC e Discovery Channel, nos esclarece por meio de evidências científicas que a longevidade não só compreende os fatores hereditários, mas também as crenças naturais baseadas em aspectos culturais e que podem afetar a saúde, o cérebro e o sistema imunológico. A essa consciência de que as pessoas não são “escravas de seus genes” e de que “as doenças familiares não são sentenciadoras”, ele denominou de Linguagem da Ciência da Esperança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza 150 minutos por semana de atividades aeróbias de intensidades moderadas, que incluem as atividades de lazer, passeios, dança, jardinagem, natação, caminhada ou ciclismo, tarefas domésticas, jogos, esportes ou exercícios planejados. Tais fatores colaboram para a saúde cardiorrespiratória, muscular e óssea, com redução de doenças crônicas e depressão. Segundo a OMS, uma opção eficaz é a prática dessas atividades por cerca de 30 minutos, distribuídos em 5 dias na semana.

A pessoa ativa apresenta maior disposição, vigor, autoconfiança, humor e menores níveis de estresse, com tendência a manter o peso dentro da faixa normal com certa facilidade e por mais tempo do que a sedentária. Apresenta pressão arterial e frequência cardíaca mais baixa, tanto em repouso quanto em atividade e com mais facilidade na respiração. Os exercícios físicos melhoram a postura e a flexibilidade, além de auxiliarem no combate aos maus hábitos, como por exemplo, o fumo.

Por outro lado, o corpo acumula muitas tensões que não são liberadas na ausência de exercícios e os músculos tornam-se cada vez mais fracos e não funcionais. Portanto, a prática da atividade física deve perdurar por toda a vida, como também a recuperação de uma existência mais saudável e gratificante é possível e pode ser iniciada e estimulada em qualquer idade.

Estudo publicado no Circulation: Journal of the American Heart realizado com mais de 14 mil homens adultos (44 anos de idade, em média), acompanhados durante 11 anos para a avaliação do nível do condicionamento físico, do índice de massa corporal (IMC), do histórico familiar de doenças cardíacas e dos maus hábitos demonstrou que a manutenção e a melhoria do condicionamento físico está associada a um risco de morte menor, mesmo que a pessoa já esteja no seu índice de massa corporal (IMC) ideal. Além disso, os participantes que aumentavam progressivamente a carga do exercício apresentavam um risco 19% menor de doenças cardíacas e derrame e um risco 15% menor de óbito por outras doenças.

Outros estudos indicam que o processo de envelhecimento natural nos mostra uma perda gradativa da massa muscular, que pode ser iniciada a partir de 40 anos, com redução aproximada de 8% por década, podendo chegar a 15%, aos 70 anos de idade. Essa perda pode ocorrer por diversos fatores bioquímicos, em consequência de doenças crônicas, distúrbios da alimentação, etc.

A geriatra Maisa Kairalla, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo nos esclarece que atualmente, cerca de 30% das pessoas com 60 anos ou mais são consideradas frágeis: “Claro que essa perda depende do estilo de vida de cada um, mas é certo que a qualidade da fibra muscular muda com o passar dos anos. Esse processo fisiológico não deve interferir na qualidade de vida das pessoas. A perda da massa diminui o consumo de oxigênio e reduz a taxa de metabolismo basal do corpo, fazendo com que a pessoa tenha menos apetite, coma menos e, por fim, perca peso e massa”, promovendo assim o cansaço, a apatia e a redução da qualidade de vida.

Nunca é tarde para iniciar o processo de busca pela longevidade cada vez mais saudável e um bom programa de condicionamento físico. Tal programa deve incluir aquecimento, alongamento, exercícios de força e de resistência, atividades específicas para automatizar as tarefas motoras de cada modalidade, relaxamento para a recuperação da fadiga e a redução do estresse, associado aos aspectos nutricionais, emocionais e fisiológicos. A orientação segura de uma equipe de profissionais especializados com certeza será a chave que abrirá as portas para uma longevidade saudável e mais feliz.

 

 

Ângela Schiezari Garcia

 CREF 000690-G /SP - CREFITO 162573-F

 Educadora física e fisioterapeuta

 Terapeuta Floral - Joel Aleixo

 Osteopata, terapeuta self-healing e de leitura biológica

  

Studio Prátik – Rua Pedro Vaz, 291 – Centro

 São Roque – SP – CEP: 18130-490

 Fone: (11)4784-6289

 












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