Sábado, 21 de Setembro de 2019

Flaviana Souza

Formada em Publicidade e Propaganda (UNIBERO) e Eventos (ANHEMBI MORUMBI); estudante de MBA de Criatividade e Inovação no Ambiente Empresarial (UNICESUMAR) e de pós-graduação em Gestão Pública (FAEL); com pós-graduação em Gestão Cultural (Senac), Metodologia do Ensino de Artes (Uninter) e Educação Inclusiva com ênfase em Deficiência Intelectual; tem formação profissionalizante em Artes e Design (CDS) e Museologia (MCDB).

É trainee em Inovação na Gestão Pública no Laboratório de Inovação na Gestão do Governo do Estado do Espírito Santo. Trabalhou na área da cultura na implantação do Museu da Obra Salesiana no Brasil, em São Paulo-SP, e em Campo Grande-MS colaborou com a transferência do Museu das Culturas Dom Bosco para nova sede. Foi colunista semanal do site As Operárias.

O mínimo que se espera de alguém que tem 31 anos de idade e 29 dentro de uma instituição de ensino é que transmita um pouco do que aprendeu ao longo dos anos. Esse é o desafio do momento.

Agora pretende se disciplinar e manter essa coluna sempre atualizada. (de novo rs)

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A figura do Cristo e a face Aqueropita



 

A figura do Cristo

Ao estudarmos História da Arte, ou simplesmente fazermos uma busca rápida no Google, veremos que a imagem do Cristo tem diversas formas como reflexo do período de criação ou seu autor ou por seguirem uma linha de continuidade.

O Cristo do primeiro milênio é retratado com características mais divinas enquanto no segundo milênio chega a ser descaracterizado por tornar-se extremamente humano.  Não só a imagem propriamente dita como a sua significação passa por transformações que saem do bíblico e litúrgico para a banalização com a produção em série e de baixa qualidade de cristos e santinhos.

O Oriente e o Ocidente apresentam duas versões bem distintas da face do Cristo até o século V. A partir desse momento as versões passarão a se complementar. Isso se deve ao fato de que no Império Ocidental a representação do Cristo é apenas simbólica e didática e tem referência nos motivos mitológicos pagãos como Orfeu, Hermes e outros, por isso as figuras aparentam adolescentes. Já no Império Oriental Helênico há uma maior preocupação com o rosto, utilizando técnicas de pintura provenientes de costumes egípcios e helênicos seguindo a tradição de cultuar a vida, os amigos e reverenciar os mortos.

Certo, então no Oriente deixar-se pintar era natural e as imagens do Cristo eram feitas baseadas nessa técnica. Então existe uma pintura original do Cristo?

 

A face Aqueropita

Em contraste com a arte simbólica e decorativa, as figuras do Oriente apresentam cabelos longos e barba. Isso se deve a essas pinturas serem baseadas na face de Edessa.

"No século XIX, arqueólogos ingleses e franceses descobriram uma biblioteca no sul da Turquia datada dos primeiros anos da Era Cristã.

Entre muitos textos foram encontrados fragmentos de cartas do escrivão LABUBNA relatando viagens de Anan, secretário do rei Abgar V, que reinou do ano 13 ao 50 depois de Cristo na cidade de Edessa, atual Urla, na Turquia. Anan, no ano 340 dos Selêucidas (28 da Era Cristã) teria visto o Cristo em Jerusalém. Escreveu imediatamente ao seu rei, que estava com lepra e pediu que trouxassem Jesus até ele. Anan, como de costume, teria pintado o rosto do Cristo e levado para o rei Abgar V, que ficou curado e, assim, guardou tal pintura em lugar de destaque em seu palácio." (Pastro, 2010)

A sagrada face de Edessa representa o Cristo com olhos amendoados, cabelos escuros e tez morena.

Existem várias lendas e versões sobre a face aqueropita do Cristo. Descobriu-se, no início do século XX, que a imagem estava guardada na igreja São Bartolomeu dos Armênios, em Gênova, Itália. A pintura é pouco difundida e pouco se sabe sobre sua história. Foram aplicadas análises de carbono 14 que revelam pigmentos de diferentes épocas nas quais a imagem teria viajado por Constantinopla, Paris e Gênova devido à saques e por ter sido entregue como presente.

 

Sagrada Face de Edessa

Fonte: http://arte-escola.blogspot.com.br/2008/08/o-mandilion-de-edessa.html

 

REFERÊNCIA

PASTRO, Cláudio. A arte no cristianismo. Editora Paulus, São Paulo. 2010.

 

Perdeu os outros artigos? Estão todos aí embaixo:

A arte como campo privilegiado de enfrentamento do trágico e o caso Jim Carrey (I needed color)

O homossexualismo na Arte e a obra de Steve Walker

A figura de Cristo e a face Aqueropita

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