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Quarta-Feira, 20 de Fevereiro de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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Benefícios da Osteopatia no tratamento de lombalgias



 

 

Quando cursei a especialização em osteopatia e terapia manual, o meu objetivo maior era auxiliar os alunos que chegavam para realizar as atividades físicas do Studio e se queixavam de dores na coluna, principalmente na região lombar, com sintomas neurais (formigamentos, fraqueza muscular ou instabilidade em membros inferiores). Passei a observar que a cada dia chegavam mais pessoas de diversas faixas etárias buscavam o alivio para as dores e desconfortos ou a prevenção de possíveis problemas posturais e fisiológicos.

De acordo com os artigos científicos, a lombalgia ou a dor lombar é considerada um sério problema de saúde pública, principalmente nas nações industrializadas, afetando de 70 a 80% da população adulta em algum momento da vida, geralmente adultos jovens em fase economicamente ativa. E também considerada a segunda maior causa de afastamento do trabalho. Esses dados me causaram espanto, pois pude constatar em minha prática como educadora e posteriormente como fisioterapeuta, o que visualizava na teoria.

Os fatores congênitos, degenerativos, inflamatórios, tumorais, infecciosos ou até mecânicos posturais são os responsáveis pelas disfunções e dores. Os últimos representam um alto percentual das queixas, devido ao desequilíbrio entre a carga funcional decorrente do esforço exigido pelas atividades laborais ou da vida diária e a própria capacidade funcional, que é o potencial de execução para estas atividades.

Muitos estudos indicam a fraqueza dos músculos abdominais, do tronco e a redução da flexibilidade da coluna vertebral, os grandes vilões para o surgimento da dor lombar, também relacionada ao sedentarismo. Porém existem outros aspectos relacionados, inclusive os emocionais e psicológicos.

Os programas de reabilitação em lombalgias priorizam a resistência dos músculos referidos acima e comprovam a redução do quadro álgico (da dor), a redução da pressão intra discal das vértebras e melhorias nos fatores psicossociais.

Vários autores sugerem o ganho da flexibilidade dos músculos e dos tecidos conectivos da coluna, como fatores de redução de dores, inclusive em gestantes após programas de alongamento.

Há uma gama de protocolos terapêuticos para a lombalgia com resultados satisfatórios, porém não há evidências sobre qual pode ser considerado o tratamento mais efetivo, visto que na maioria das pesquisas há uma combinação de exercícios e técnicas terapêuticas.

A osteopatia é considerada uma terapia manual completa, embasada em conhecimentos profundos, que visam resgatar a capacidade de autocura do indivíduo, com técnicas suaves e não dolorosas.

Segundo Leon Chaiton, a patologia se instala devido à ocorrência de disfunções das estruturas musculoesqueléticas (músculos, ligamentos, tendões, articulações) e o organismo tem a capacidade de se recuperar. Assim, a osteopatia tem como objetivo principal devolver as funções, auxiliar o organismo a encontrar o próprio caminho de cura, reestabelecer e reverter os processos patológicos.   

Andrew Taylor Still, médico e cirurgião que participou da Guerra de Secessão (1861/1865), após se sentir impotente em aliviar as dores dos feridos e após a perda dos filhos por epidemia de meningite aprofundou o estudo do corpo humano e criou a osteopatia, em 1874. Seria um sistema de manipulações e cuidados com a saúde, embasada em princípios filosóficos e conhecimentos de anatomia, fisiologia, biomecânica com um aprendizado prático que leva tempo para ser adquirido, somado à ideia de realizar algo com o único intuito: o de ajudar pessoas.  Em 1892 criou a Escola Osteopatia Kirksville e em 1917 morre aos 90 anos de idade deixando Sutherland e Little John, estudiosos que aprofundam técnicas e fundamentos científicos utilizados até os nossos dias.

Após conhecer a origem dessa fantástica técnica manual e ser tratada por ela, pude perceber a riqueza de conhecimento somada à sensibilidade de cada terapeuta na busca das cadeias lesionais e no tratamento mais adequado ao paciente.

Considero uma das opções mais embasadas e humanas para a maior parte dos tratamentos, na busca do equilíbrio, da harmonia, da expressão do ser natural e cada vez mais saudável.

Ângela Schiezari Garcia

 

CREF 000690-G /SP - CREFITO 162573-F

Educadora física e fisioterapeuta

Osteopata, terapeuta self-healing

Terapeuta floral e de leitura biológica

 

 Studio Prátik – Rua Pedro Vaz, 291 – Centro

São Roque – SP – CEP: 18130-490

Fone: (11)4784-6289

 












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