Quinta-Feira, 20 de Junho de 2019

Vinícius Sgarbi

Vinícius Sgarbi é Designer Gráfico, Fotógrafo,amante de séries e livros e também de História.

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Crítica do filme: "Venom"



 

Parceria entre Marvel e Sony Pictures se mostra bem sucedida nos cinemas.


 

Venom



Depois de muito se esperar e falar sobre, o filme do antí-herói alianigena finalmente saiu, (para a alegria de nós, fãs de quadrinhos!) e inaugurou o novo Universo Compartilhado entre os estúdios da Sony e Marvel.


E saiba logo de início que esse filme chegou com tudo, metendo logo em seu primeiro filme referência ao SuperMan, por exemplo, e botando, é claro, uma clássica participação com Stan Lee, que não poderia faltar!

 


O roteiro é bem simples, é verdade; Porém uma coisa não podemos negar: Ficou muito divertido e empolgante a forma como foi construída a relação de parceria entre um alien e um humano, ambos dividindo o mesmo corpo.

Tenho que admitir que esse ponto do roteiro foi bem interessante!

O personagem Eddie Brock (Tom Hardy), é bem simpático, divertido e cativante. Faz com que o telespectador se conecte com Eddie bem mais do que o próprio Venom conseguiu!

Outro ponto que merece destaque nessa trama é o polo extremamente invertido de papéis que o ator conseguiu representar. Temos de um lado um homem que não quer ser herói e um alienígena que não quer ser o vilão. Pontos inovadores do roteiro e da direção, executados brilhantemente pelo intérprete.

 



E por falar em vilão, o antagonista de Venom também não se apresenta completamente mal. - Ok! Tá certo que o doutor Carlton Drake é completamente insano e sem coração, porém no fundo ele só é um cientista tentando descobrir a cura de uma doença.

Eu particularmente adoro quando o longa decide explorar todos os seus personagens de forma cinza, ou seja: nem totalmente branco, nem totalmente preto (bem e mal), e sim, simplesmente uma mistura dos dois; Oque cria uma relação mais humanizada nos personagens, se aproximando mais da vida real, pois é assim que verdadeiramente somos.

 


A interpretação de Tom Hardy está impecável em seus "dois" personagens, Eddie e Venom, fazendo com que o espectador realmente se convença que há realmente uma voz em sua cabeça; assim como sua química com Michelle Williams, que apesar de pouco explorada, foi muito bem trabalhada pelos dois atores.

 


A direção de fotografia de Matthew Libatique é de longe oque me surpreendeu no quesito técnico. Ele  apostou em uma aparência toda 'teal and orange' (azul e laranja) para Venom, que é recorrentemente utilizado em filmes que alcançam o grande público, como os de ação, aventura, ficção e super-heróis, (que é o nosso caso) por exemplo.


Com cenas de ação muito bem criadas e ritmadas, Venom me agradou e mostrou potencial entre a união dessas duas grandes produtoras do audiovisual. Claro, tem seus problemas, mas nada que não possa ser resolvido com um pouco mais de tempo e organização nos próximos filmes.

 


 
 
 Nota do crítico: ⭐⭐⭐⭐ (4 estrelas)

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