Domingo, 17 de Fevereiro de 2019

Maurício Seriacopi

* Maurício Seriacopi é especialista em consultoria a empresas familiares, palestrante, escritor, coach, gestor e consultor empresarial com formação em marketing e gestão empresarial.
Fundador Presidente do ITE - Instituto Transformar de Empreendedorismo.
Sócio-diretor da M2R2 Consultoria Empresarial
Autor do livro "Pensamentos. Criando novas ideias, inovando e aplicando à vida" e diversos artigos sobre empreendedorismo, carreira, gestão de pessoas, motivação, entre outros, publicados no Brasil, Portugal e América Latina.

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EMPRESA FAMILIAR, DO PRECONCEITO AO ORGULHO DE PERTENCER A UMA.



Segundo John Davis, o mais respeitado conhecedor do tema, mais de 80% das empresas no mundo todo são constituídas por famílias. Dados comparativos baseados em estudos demonstram que as empresas familiares valem, na média, 10% a mais; são 5,5% mais lucrativas e o retorno sobre ativos é 6,5% maior; no primeiro estágio, quando são geridas pelo fundador-proprietário, por fim, são 19% mais valiosas; e apresentam maior crescimento das receitas e do faturamento.

Com números tão favoráveis, por que, ao menos no Brasil, torna-se pejorativo dizer que se trabalha ou que pertence a uma empresa familiar?

O problema se origina na formação da empresa, quando raríssimas vezes, os fundadores seguem as recomendações de um bom planejamento equilibrando-o com o entusiasmo e a euforia da realização de um sonho: “o de ter seu próprio negócio”.

Qualquer empresa quando decide deixar o amadorismo e assume uma gestão profissional, inicia um processo de fortalecimento que permitirá não apenas um crescimento sustentável, mas principalmente, a solidificação. Com uma empresa familiar não é diferente.

Toda família precisar ter regras, valores e uma determinada estrutura com pilares fundamentais que devem ser adotados pela empresa, consolidando-os em marca registrada onde seus integrantes tornar-se-ão aliados e não concorrentes.

Obter uma coesão é mais um elemento a ser tratado como meta e para tal, a melhor atitude a ser tomada é a formação de um comitê ou conselho familiar que ajude a família a se manter posicionada em uma direção e mantendo a determinação.

Com uma filosofia bem definida baseada na disciplina, é possível livrar-se de um dos maiores problemas – se não o maior – que é a pressão em inserir indesejáveis e despreparados parentes para ocuparem cargos, muitas vezes, estratégicos

Por fim, fomentar a confiança e o orgulho na família, e entre a família e o negócio para que a harmonia reine.

 

* Maurício Seriacopi é especialista em consultoria a empresas familiares, palestrante, escritor, coach, gestor e consultor empresarial com formação em marketing e gestão empresarial.

Fundador Presidente do ITE - Instituto Transformar de Empreendedorismo.

​Sócio-diretor da M2R2 Consultoria Empresarial

Autor do livro "Pensamentos. Criando novas ideias, inovando e aplicando à vida" e diversos artigos sobre empreendedorismo, carreira, gestão de pessoas, motivação, entre outros.

Acesse o site e conheça o trabalho do especialista: www.mauricioseriacopi.com












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