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Segunda-Feira, 19 de Agosto de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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Férias de Julho



 

              

Férias de Julho! Viagem com a família para um lugar montanhoso onde o frio contagiante inspirava o romantismo.

Lareira acesa nas noites estreladas; gravetos de lenha no cesto ao lado; passeios a cavalo, a pé, pelas manhãs orvalhadas; compras no centro comercial à tarde; cachecol, luvas, vinho e chocolate quente.

Tudo já estava nos planos. O que Suzana não havia imaginado era encontrar a magia no vale onde ficaram alojados.

A casa no alto da colina, alugada de um senhor francês, era espaçosa, com estrutura interna acabada em madeira e cortiça. À sua volta grande variedade de flores da região como hortênsias e gerânios. Na mata, algumas árvores eram cenário para o show de equilíbrio e agilidade dos esquilos. Um espetáculo à parte!

Dona Maria, 78 anos, muito saudável, embora pequena demais para realizar tanto trabalho, cuidava dos serviços domésticos e da comida caseira, tão bem temperada. Parecia mais uma gnominha encantada que alegrou a estadia da família Lopes durante aqueles dez dias.

A cabana de Peter Pan era o passatempo predileto das crianças, que numa linda manhã, resolveram caminhar com sua mãe, acompanhando o curso d’água cristalina que passava pelas imediações do terreno íngreme. Troncos caídos formavam pontes naturais, flores e folhas secas, pedras, araucárias; o vento soprava, movendo o bambuzal que demarcava a divisa com a estrada de terra. Ao som do cavalgar dos cavalos, elas viajavam na imaginação...

Mãe e filhas compuseram um belo arranjo natural feito de material exótico encontrado no chão. Escolheram a maior de todas as árvores para ser presenteada. A filha mais velha batizou-a com o nome de Troncolina e a mais nova dizia que a Troncolina era a mãe de todas as plantas do vale.

Permaneceram em silêncio por algum tempo, contemplando a paisagem que as envolvia.

O ambiente se transformava. Folhas próximas ao tronco se moviam em ritmos alucinantes. Seriam os seres da floresta?

Formaram um círculo, de mãos dadas em torno da árvore escolhida e de olhos fechados sentiram um calor intenso e a pulsação mais forte. Aquela energia era o sinal de transporte ao Mundo da Fantasia, das histórias infantis que tanto apreciavam...

Combinaram manter em sigilo a vivência criativa que não tinha limites.

Nas manhãs seguintes, Susana observou que, quando as crianças saíam para brincar na cabana, levavam consigo flores, folhas  e discretamente pegavam o rumo da trilha que levava ao mágico esconderijo. 










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