Terça-Feira, 20 de Agosto de 2019

Vander Christian

Vander Christian é apaixonado pelo mundo da leitura e escrita. Autor dos romances KARINA, PASSADO E PRESENTE e DUAS VEZES PAMELA MONTEIRO.

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Gangorra



A situação está assim: todos os dias, de manhã, antes de sair, é preciso abrir o guarda-roupa e pegar aquela blusa que protege os ossos do frio na madrugada. Quando o relógio marca nove horas, a blusa já pode ser deixada de lado. Talvez até antes disso, depende da temperatura. Na metade do dia, já é possível até sentir calor e vontade de tomar um refresco. No fim da tarde, ao notar que a temperatura não vai cair, vem o arrependimento por ter saído de casa com uma blusa tão grossa. Esse tem sido a tônica desse outono e inverno atual.

Para contrariar, outro dia resolvi arriscar, escolhi uma blusa fina e saí de casa. Tinha visto no aplicativo que a temperatura não ia cair tanto. Arrisquei. O frio da madrugada estava forte, mas fiz um esforço e consegui suportar. Antes das nove, o sol mostrou a cara e tive a certeza de que fiz muito bem em ter saído com uma blusa fina. Antes do meio dia, o sol desapareceu e um vento forte começou a soprar, causando arrepios. A temperatura despencou de maneira assustadora! Passei frio o resto do dia.

— Você só veio com essa blusa? — quis saber um colega do trabalho.

— Não. Tenho outra na mochila — menti.

Não via a hora de chegar em casa, tomar um banho quente e me agasalhar! O frio permaneceu durante uns três dias. No quarto dia, arrisquei de novo: fui todo protegido, até uma toca vesti antes de sair de casa. Dez horas da manhã já era possível ver o sol brilhando e as folhas das árvores paradas, não tinha vento. Não levei mochila para o trabalho, tive que trazer a blusa nas mãos. Ela parecia ser uma caixa pesada, ruim de carregar. Tinha até a impressão que todos estavam admirados de ver aquela blusa nas minhas mãos.

É óbvio que estamos vivendo numa gangorra de temperaturas que não tinha antes. Lembro que, uns quinze anos atrás, outono era outono e inverno era inverno.

Em tempos de mudanças, até o clima mudou drasticamente. E mais uma vez, as nossas mãos foram responsáveis por esta mudança. 

 

 

 

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