Quinta-Feira, 25 de Abril de 2019

Maurício Seriacopi

* Maurício Seriacopi é especialista em consultoria a empresas familiares, palestrante, escritor, coach, gestor e consultor empresarial com formação em marketing e gestão empresarial.
Fundador Presidente do ITE - Instituto Transformar de Empreendedorismo.
Sócio-diretor da M2R2 Consultoria Empresarial
Autor do livro "Pensamentos. Criando novas ideias, inovando e aplicando à vida" e diversos artigos sobre empreendedorismo, carreira, gestão de pessoas, motivação, entre outros, publicados no Brasil, Portugal e América Latina.

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GESTÃO OU "INDIGESTÃO" DE PESSOAS?



O mundo corporativo tem lançado moda constantemente.

Moda?
Sim. Desde o filme “Tempos Modernos” do espetacular Charles Chaplin, o modismo corporativo tem causado verdadeiras confusões com nomes até interessantes. Reengenharia, parceria, absenteísmo, network, balanced score card, feedback, turnover, e por aí vai. Uma delas, que tem me tirado o sono, é a quase banalizada “Gestão de Pessoas”.

As transições nominais de DP (Departamento de Pessoas) para RH (Recursos Humanos) para então GP (Gestão de Pessoas), parecem não ter sido suficiente para atentar que cuidar de pessoas parte de um princípio básico que é preciso realmente gostar de pessoas.

Muitos líderes acreditam que dar bom dia, pagar os salários pontualmente ou conceder alguns benefícios é suficiente para se auto-intitular Gestor de Pessoas.

Perguntado certa vez, a um ex-presidente da república, o que faria depois de cumprir seu mandato respondeu: “Vou cuidar dos meus cavalos. Prefiro o cheiro deles ao cheiro do povo”.

Quando um líder diz “Nossa, como é difícil tratar com pessoas, elas são muito complicadas”. Sinto um arrepio na coluna e me pergunto o que esses chamados “líderes” estão fazendo nesta posição.

O fato é que alguns desajustes nas relações humanas estão sendo abordados de forma empírica e pouco profissional por suas lideranças. É extremamente necessário que comecem a dar conta da importância do desenvolvimento de uma cultura interna em total sinergia com a estratégia desejada.

As diversas variáveis que compõem o clima de uma organização - comunicação, integração, valorização/reconhecimento, expectativa de crescimento e desenvolvimento, autonomia/participação/sentimento de utilidade, liderança, satisfação pessoal com o trabalho que realiza, visão organizacional, remuneração/benefícios, imagem, crenças e valores da organização, condições de trabalho (físicas ou processuais) - são apenas alguns dos fatores que tornam a interação humana uma questão complexa, a ser abordada com profissionalismo por todos aqueles que desejam o sucesso da organização em que trabalham.

E você, qual cheiro lhe agrada mais?

“Presente e conquista têm em comum o sorriso. Um nasce na face alheia, o outro no próprio coração”.










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