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Segunda-Feira, 22 de Abril de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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Importância da atividade física para a saúde II



 Importância da atividade física para a saúde II

Dicas para a prática

A atividade física compreende a execução de exercícios bem planejados e estruturados, que promovem vários benefícios aos praticantes e têm seus riscos minimizados através de orientação e controle adequados. Esses exercícios regulares aumentam a longevidade, melhoram o nível de energia, a disposição e a saúde. Eles evidenciam o desempenho físico, o intelectual, o raciocínio, a velocidade de reação e o convívio social.

Por outro lado, pesquisas indicam que as atividades de lazer (ver televisão, jogar videogame e navegar na Internet) são as principais responsáveis pelo aumento do sedentarismo de crianças e adolescentes. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que nos países desenvolvidos mais de dois milhões de mortes são atribuíveis ao sedentarismo e que 60% a 80% da população mundial não é suficientemente ativa para obter benefícios na saúde (OMS, 2002).

A escolha da atividade física adequada é de fundamental importância para um bom desempenho, já que o benefício da mesma é conseqüência de prática regular e contínua. Essa disciplina está diretamente relacionada ao prazer que a pessoa sente em realizá-la.

Antes do início da prática de exercícios, a pessoa deve programar a avaliação médica detalhada, exames no cardiologista, que deverão incluir o teste ergométrico ou ergoespirométrico, com o objetivo de avaliar as capacidades cardiorrespiratórias e o comportamento da pressão arterial frente ao esforço. Isso permitirá ao médico indicar a melhor atividade e a frequência cardíaca (FC) ideal para a prescrição de seu treinamento, que pode incluir: caminhada, exercício em bicicleta ergométrica, natação, hidroginástica, musculação, entre outros.

O iniciante deve vivenciar as atividades de forma lenta e gradual e seguir um programa de condicionamento adequado à sua idade, ao seu gosto, às suas características e necessidades individuais. As atividades devem seguir níveis crescentes de habilidades motoras (andar, correr, saltar, quicar, etc.), de capacidades físicas (força, resistência, agilidade, etc.) e de suas combinações, dependendo da modalidade que for escolhida. 

                        

 O educador físico deverá ser o responsável para a montagem do programa, com os exames do médico em mãos, para então aplicar a avaliação física (anamnese, coleta de dados para a composição corporal, peso, altura, IMC, medidas de circunferências e dobras cutâneas, testes neuromotores e avaliação postural). Em seguida deverá apresentar ao praticante, regras básicas, porém eficientes, como por exemplo:

- Usar roupas e calçados adequados para cada atividade, de preferência as roupas de algodão, que favorecem a transpiração e os calçados com amortecimento para diferentes tipos de solos e impactos.

- Ingerir líquido, antes, durante a após o exercício, repondo os sais perdidos na transpiração. O uso de repositores é necessário nos casos de atividades que exijam maior resistência e maior tempo de duração.

- Alimentar-se até duas horas antes do exercício, com alimentos leves e nutritivos, como as frutas, os legumes, as verduras e as fibras.

- Respeitar limites pessoais, realizar exercícios sentindo-se bem e disposto e informar qualquer sintoma ou alteração fisiológica ao educador físico.

Os exercícios de ginástica garantem fortalecimento muscular, protegendo articulações e reduzindo o risco de lesões. Ajudam também na oxigenação, na circulação e no controle da respiração. Já os exercícios desenvolvidos na água favorecem o relaxamento corporal, reduzem as dores nas pernas e o inchaço dos pés e mãos. O que precisamos ressaltar é o investimento contínuo no futuro, a partir do qual as pessoas devem buscar formas de se tornarem mais ativas no seu dia-a-dia, como subir escadas, sair para dançar, praticar atividades como jardinagem, lavagem do carro, passeios no parque. 

O movimento reflete a vida e oferece  condições ideais para a obtenção e manutenção de SAÚDE.

Vale a pena começar!

 










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