Domingo, 20 de Outubro de 2019

Victor Barboza

Victor Barboza é fundador da GFC - Gestão Financeira Criativa e atua com Educação Financeira e Gestão Financeira de pequenos negócios

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Modelagem de Negócios: a base para a criação e o desenvolvimento de novos negócios



Apesar de até vermos por aí livros, cursos e materiais com “fórmulas para negócios de sucesso”, quem empreende ou já empreendeu sabe muito bem que essa fórmula não existe. uando falamos de investimentos, sempre aparece a tal da relação Risco x Retorno. Para quem busca correr baixos riscos, o retorno esperado é menor, e, para quem está disposto a correr maiores riscos, o retorno esperado é maior.

Risco x Retorno do Negócio Próprio

No gráfico do risco x retorno, vemos inicialmente investimentos de Renda Fixa, como a Caderneta de Poupança, Tesouro e títulos de banco. Por apresentarem baixo risco, consequentemente o retorno não é o dos mais altos. Na sequência aparecem os investimentos em imóveis, ações, e, por fim, o Negócio Próprio. Este é o investimento de maior risco e que, consequentemente pode (mas não garante) o maior retorno. Cabe ao empreendedor trabalhar bem no planejamento e na gestão para minimizar os impactos dos riscos e possibilitar bons retornos.

Todo mundo tem ideias. Grande parte destas ideias acabam se perdendo e caindo no esquecimento. Dos que tentam colocar as ideias em prática, poucos acabam se planejando para fazer isso da maior maneira. Justamente por isso vemos que o número de pequenos negócios que fecham antes de 2 anos é elevadíssimo. Segundo o Sebrae, 1 em cada 4 empresas fecham neste período de 2 anos.

Planejamento: a gestão dos riscos

Muitas dessas pessoas que não se planejam até sabem da importância do planejamento, mas por falta de tempo, não saber por onde começar ou até o excesso de confiança fazem o mesmo ser deixado de lado. O Plano de Negócios acabava (e ainda é) sendo uma das principais ferramentas para transformar a ideias em algo mais concreto. Trata-se de um documento detalhado no qual o empreendedor descreve todas as etapas que envolvem ou fazem parte do negócio. Pelo grau de detalhamento e sua estrutura, ele acaba podendo levar dias, semanas ou até meses para ficar pronto. Tempo que, muitas vezes, o empreendedor acaba não conseguindo encontrar para isso, o que contribui, justamente, para deixar o Plano de Negócios de lado.

Mais recentemente, no livro Business Model Generation, os empreendedores Alexander Osterwalder e Yves Pigneur, num processo cocriativo com mais 470 praticantes em 45 países, durante 6 meses, desenvolveram a ideia do Modelo de Negócios, muitas vezes com base no Design Thinking. O modelo de negócios acaba sendo uma representação de como a empresa gera e entrega valores para os seus clientes.

Canvas: o quadro de Modelo de Negócios

Uma das principais bases do livro é a Inovação. Como principal ferramenta, é apresentado o Quadro de Modelo de Negócios, o Canvas, que possibilita entender rapidamente o funcionamento de um modelo e ensaiar inovações. Compõem o canvas os seguintes pontos:

  • Segmento de Clientes: define os diferentes grupos de pessoas ou organizações que uma empresa busca alcançar e servir
  • Proposta de Valor: descreve o pacote de produto e serviços que criam valor para um segmento de clientes específico
  • Canais: descreve como uma empresa se comunica e alcança seus segmentos de clientes para entregar uma proposta de valor
  • Relacionamento com Clientes: descreve os tipos de relação que uma empresa estabelece com segmentos de clientes específicos
  • Fontes de Receita: representa o dinheiro que uma empresa gera a partir de cada segmento de cliente
  • Recursos Principais: descreve os recursos mais importantes exigidos para fazer o modelo de negócio funcionar
  • Atividades-Chave: descreve as ações mais importantes que a empresa deve realizar para fazer seu modelo de negócio funcionar
  • Parcerias Principais: descreve a rede de fornecedores e os parceiros que põem o modelo de negócio para funcionar
  • Estrutura de Custos: descreve todos os custos envolvidos na operação do modelo de negócio

Hoje em dia, existem ferramentas que permitem a elaboração do Canvas online, como o Sebrae Canvas.Porém, a maneira ainda mais utilizada, e sugerida no livro, é na forma impressa. Basicamente imprimir o quadro em um pôster e utilizar post-its para preenchê-lo.

Dessa forma, as ideias são organizadas e criam, de maneira bem visual, os processos do negócio, com as vantagens de sua criação ser simples, rápida e fácil de ser testada e mudada, caso seja necessário. Está com novas ideias, projetos ou já possui um negócio que não está indo tão bem? Trabalhe em cima do Canvas para ter um direcionamento que facilite o caminho para o sucesso do negócio.










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