Domingo, 18 de Agosto de 2019

Denise Corrêa

Graduada em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo, pós-graduada em Psicopedagogia.

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O despertar do prazer de aprender



“Só aprende quem tem fome e por isso é preciso despertar a fome de saber. Ensinar o voo não é tarefa que se possa fazer. Porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado, só pode ser encorajado.”

(Rubem Alves)

A aprendizagem humana não se resume ao saber escolar. Tudo o que somos e fazemos foi aprendido, prendeu-se ao nosso ser e está ligado a nossas escolhas.

Quando nos interessamos por algo, queremos descobrir tudo sobre aquilo, conhecê-lo. Investigamos, olhamos por todos os lados, movidos por uma curiosidade incansável. Quando, enfim, conseguimos com convicção nomeá-lo, dizer o que é, do que é feito, como funciona e reage, somos tomados por uma grande alegria, a de ter aprendido sobre isso, o que nos dá poder e prazer e se constitui no prêmio maior ao esforço desprendido naquela direção.

Se o aprender é prazeroso e fruto do investimento de nossos esforços e aptidões para conhecer, no outro lado da moeda das aprendizagens humanas estão as mãos que nos apoiaram. Como descreve a educadora Alícia Fernandez, se uma criança aprende a caminhar não é porque tenha pernas, mas porque seus ensinantes desejam que ela caminhe e a consideram capaz de fazê-lo. Então, caminhando sozinha, a criança pode até escapar e ir para onde não seja mais possível controlá-la. Deixará de pedir auxílio e não precisará mais que a levemos no colo. Com alegria, vemos que aprendeu a caminhar.

Sim, ensinamo-la; mas foi ela que aprendeu. E o fez porque, a certa altura, deixamos que seguisse sozinha, retirando as duas mãos que serviam de apoio, que a seguravam. Confiamos a que se arrisque e, com isso, ela aprendeu a vencer o medo. Conhecendo a liberdade, aprendeu a responsabilidade e a confiança em si mesma.

Aprender pode se tornar prazeroso! Como mãe, educadora e psicopedagoga, tomo como base em minhas ações a afirmação de Rubem Alves, e reafirmo que não podemos aprender por nossas crianças, mas temos a obrigação de, sempre, encorajá-las, até que sintam prazer em fazer e refazer, errar e aprender com o erro, até acertar e poder dizer: “Agora eu sei!!! Aprendi!!!”.

Denise Corrêa - Psicopedagoga e Tutora Educacional
Graduada em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo, pós-graduada em Psicopedagogia.

Endereço: Rua Enrico Delacqua, 297, Sala 65, Centro - São Roque
Fone e Whatsapp: (11) 99464-3749










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