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Domingo, 21 de Julho de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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O hábito da atividade física



 

A vida diária é marcada por uma rotina lógica e racional, que nos impede perceber quais são as melhores opções e prioridades relacionadas ao bem estar e saúde. Mesmo quando os meios de comunicação nos incentivam ao exercício comprovando os benefícios para o organismo, ainda assim optamos por outras atividades intelectuais, de lazer e que exijam o menor gasto calórico possível, muitas vezes por puro comodismo.

O responsável pela execução de qualquer tipo de movimento é o aparelho locomotor dotado de estruturas como os ossos, os músculos e as articulações. Ele é comandado pelo cérebro e realiza funções altamente refinadas, como a organização das ações motoras no espaço e no tempo, por meio da percepção dos órgãos dos sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato), que codificam os estímulos e os transformam em gestos esportivos, em ginástica, em artes marciais ou simplesmente em caminhadas ao ar livre.

Qualquer uma das atividades motoras para se tornar um hábito deve ser executada de forma prazerosa e consciente, a fim de se obter o máximo de aproveitamento energético, cognitivo e motor. Sendo assim, podemos dizer que a atividade física colabora não só com a melhoria de habilidades motoras básicas (andar, correr, saltar, equilibrar, lançar e recuperar, etc.) realizadas de forma natural, como também com a melhoria de aspectos emocionais por reduzir o estresse, a depressão, a ansiedade e por melhorar a autoestima, devido ao aumento na produção de endorfinas, responsáveis pela ativação das sensações de prazer e de bem estar.

O artigo científico “Percepção subjetiva de esforço, resposta afetiva e hipotensão pós-exercício em sessão de Tai Chi Chuan”, baseado em estudo promovido pelo Departamento de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, foi realizado com 24 mulheres de 47 a 79 anos (sendo 15 hipertensas), participantes de um programa composto por práticas corporais orientais, durante o período de quatro semanas, com duração de 60 minutos em cada sessão (alongamento e aquecimento, técnicas da modalidade e volta à calma) sugere que a atividade física considerada prazerosa reduz a pressão arterial nas mulheres hipertensas e aumenta a aderência ao programa em longo prazo, devido aos estímulos positivos.

O estudo referido cita a Teoria Hedônica da Motivação (KAHNEMAN, 1999), reforçando que “quando uma atividade realizada pelo sujeito é percebida de forma prazerosa, provavelmente será repetida pelo mesmo. Por outro lado, se a atividade acarreta a sensação de desprazer, desconforto, dor e/ou exaustão, a probabilidade em repetir ou aderir àquela atividade é reduzida”.

Pesquisas recentes demonstram a relação direta do aumento de níveis de atividade física com a resposta afetiva desencadeada nos praticantes, reforçando a ação de que cada pessoa deve buscar programas que lhe proporcionem momentos agradáveis e ao mesmo tempo exerçam os benefícios fisiológicos para a saúde.

Qualquer tipo de exercício deve ser praticado de forma regular e orientada por profissionais capacitados, de acordo com as características e necessidades individuais.

 

Ângela Schiezari Garcia

 

CREF 000690-G /SP - CREFITO 162573-F

Educadora física e fisioterapeuta

Osteopata, terapeuta self-healing e de leitura biológica

  

Studio Prátik – Rua Pedro Vaz, 291 – Centro

São Roque – SP – CEP: 18130-490

Fone: (11)4784-6289










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