Quarta-Feira, 18 de Outubro de 2017

Murilo Mendes Maciel

Graduação - Licenciatura em Historia.

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O Outro



Estamos no Ano do Senhor de Dois Mil e Dezessete as virações dos dias fazem com que nossa mente e percepção temporal fiquem momentoneamente sem perceber - o passado que já se foi; o presente que agora está sendo vivenciado e o futuro que está sendo construído no presente. Uns apenas olham para o passado demaneira saudosista, rememorando acontecimentos praserosos ou angustiantes. Uns passam pelo presente sem construir nada, nem deixar um legado se quer; nem marcando a história. Uns teram um futuro medíocre e sem perspectiva crescente rumo ao horizonte. A história nos ensina a olhar o outro não como inimigo, não como discriminado, não como inferior. Devemos aprender com erros do passado.

Errar é humano e percistir no erro é burrice.

O animal burro; é muito inteligente em sua limitação, se observarmos quando empaca na beira de um precipício salvando a vida de seu dono. O dono é que desapercebido desce da montaria e agride o pobre animal até pesar o braço; ai então nota o livramento propiciado pelo animal. Mas já é tarde. O animal já apanhou sem merecer.

A história mesoamericana registra em seus anais a conquista do México por Hernan Cortez; que, usando de astúcia estratégica aliada a tática invasora, dominiu os Astecas e seu império; isso com a ajuda dos outros nativos que desejavam vingança e oposição ao império dominante mesoamericano.

Mesmo observando a cultura, comércio, religião, educação, administração, a vida urbana e o estado do imperio mesoamericano; Cortez eurocentrico - mesmo admirando o que encontra e observa - destrói e reconstrói segundo os padrões espanhois.

Liberdade,igualdade e fraternidade devem estar presentes em nossa sociedade onde compreendemos o outro. Não o vemos como nosso inimigo, mas, como nosso próximo. Não somos todos iguais. Cada um é especial por si só, mas, vivemos em comunidades que se unem em uma grande comunidade e esta a comunidade global. 

Ainda que a pigmentação da pele não seja a mesma, que alinguagem seja por sinais, que um turbante seja utilisado, que a falta de provisão para o sustento seja uma constante; sejamos capazes de ver o outro sempre.

Nem despreso, nem humilhação, nem afronta.

Vejamos sempre o outro. Um amigo. Um irmão.

 










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