Domingo, 17 de Fevereiro de 2019

Murilo Mendes Maciel

Formação: Doutorado em Teologia Ministerial pela FATECBA e Licenciatura em História pela UNINTER

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Os bons costumes cristãos dos brasileiros



Estamos no Ano de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, de Dois Mil e Dezoito, precisamente no dia quatro de maio; as vinte e uma horas, quarenta minutos e dois segundos. E eis que peguei-me a pensar e repensar com os meus botões... Qual tema estaria discorrendo em nosso precioso espaço de imprenssa digital? E comecei a observar a convivência que cada um de nós possui em coletividade, onde praticamos nossos habitose costumes. Em nossa convivência temos desde o berço, ou seja, o seio familiar, a aquisição dos habitos aprendidosdesde: osentar-se,o levantar-se, pedir a benção para os pais, a cortesia, o respeito e a reverência. 

Tudo isso origina-se na célula-mater da sociedade, ou seja, célula-mãe, a família. 

Um rapaz, namora, fica noivo e casa-se com uma moça; contraindo o Santo Matrimônio esão presenteados coma vinda de um lindo rebento; motivo de felicidade, alegria e orgulho dos pais. Aí temos o princípio de uma sociedade que vai multiplicar-se, multiplicar-se e originar um pequeno agrupamento de casas compondo uma pequena coletividade. É o nascedouro de uma história. As famílias multiplicam-se pela procriação e geração natural. Os filhos podem ser meninos ou meninas. Crescem e tornam-se jovens; ai sugea paixão e principia o namoro e a fase do conhecimento com o foco no casamento. Uma familia, duas familias e assim prossegue a multiplicação.

É parecido como acontecia por onde a ferrovia ia chegando, com a locomotiva e seus vagões, trazendo o progresso. Cada estação ferroviária precisava de um agrupamento de funcionários para manutenção da ferrovia e suas familias iam acompanhando juntamente com eles. Formava-se uma pequena coletividade com igreja e comércio, até chegarem a distritos e cidades. A história do avanço ferroviário movimentou muita familias; acompanhado o comércio e a religião.

A presença da religião é tão forte, marcante e benéfica ao povo brasileiro a aproximadamente 500 anos. Moldando seu costume de maneira tal que nem percebemos e estamos falando de Deus. Praticamos no nosso falar cotidiano a nossa crença; o cristianismo. É usual falarmos ou ouvirmos: Deus o abençoe; amém; graças a Deus; Nossa Senhora; Deus me livre; Sangue de Jesus. Essas falas e respostas saem a todo momento durante a vivencia de uma coletividade brasileira.

Demonstram a religiosidade do brasileiro durante seu dia comum. Observamos que destoa responder "obrigado" quando ouve-se "Deus o abençoe". Os bons costumes, a moral e a ética estão fortemente ligados com a religiosidade do brasileiro. Aqui em nosso país, segundo o censo do IBGE em 2010 sobre religião; o brasileiro é cristão; sendo 64,6% de católicos e 22,21% de evangélicos. Mundialmente o Brasil é o segundo maior país cristão, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Moral, ética e descência; fazem parte dos bons costumes e cultura do brasileiro; onde 86,8% se declaram cristãos. São a maioria esmagadora da nação. Devem ter sua história de 500 anos valorizada e suas vozes ouvidas pelos seus representantes. Em uma eleição democrática vence a maioria. É igual na eleição; os cristãos devem ser ouvidos, atendidos e respeitados, pois, são maioria - quase 90% da nação.












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