Sábado, 21 de Setembro de 2019

Flaviana Souza

Formada em Publicidade e Propaganda (UNIBERO) e Eventos (ANHEMBI MORUMBI); estudante de MBA de Criatividade e Inovação no Ambiente Empresarial (UNICESUMAR) e de pós-graduação em Gestão Pública (FAEL); com pós-graduação em Gestão Cultural (Senac), Metodologia do Ensino de Artes (Uninter) e Educação Inclusiva com ênfase em Deficiência Intelectual; tem formação profissionalizante em Artes e Design (CDS) e Museologia (MCDB).

É trainee em Inovação na Gestão Pública no Laboratório de Inovação na Gestão do Governo do Estado do Espírito Santo. Trabalhou na área da cultura na implantação do Museu da Obra Salesiana no Brasil, em São Paulo-SP, e em Campo Grande-MS colaborou com a transferência do Museu das Culturas Dom Bosco para nova sede. Foi colunista semanal do site As Operárias.

O mínimo que se espera de alguém que tem 31 anos de idade e 29 dentro de uma instituição de ensino é que transmita um pouco do que aprendeu ao longo dos anos. Esse é o desafio do momento.

Agora pretende se disciplinar e manter essa coluna sempre atualizada. (de novo rs)

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Patrimônio, Desenvolvimento, Globalização e Futuro: Case Polo Turístico do Circuito das Frutas



É impossível desmembrar um pensamento sobre o desenvolvimento e futuro humano sem esbarrar na influência da cultura. Mais impossível ainda é falar sobre cultura sem tocar no termo patrimônio. E se patrimônio é, como defende AFONSO LUZ (2013), diretor do Museu da Cidade de São Paulo, aquilo que a cultura decide guardar a fim de promover sua autopreservação, torna-se então, não possível haver futuro sem reflexão do passado que construiu o presente.

Com esses parâmetros em mente, pode-se abrir uma discussão sobre o futuro das identidades locais; a proteção de suas manifestações culturais; e a forma como aprendemos sobre o outro. Será que essas são discussões necessárias?

Foi preocupada com a continuidade das tradições jundiaienses, que por sua vez vêm da colonização italiana, que a PREFEITURA DE JUNDIAÍ (sem data), juntamente com as prefeituras das cidades vizinhas Atibaia Indaiatuba, Itatiba, Itupeva, Jarinu, Louveira, Morungaba, Valinhos e Vinhedo, constituíram o Polo Turístico do Circuito das Frutas.

Jundiaí, grande produtora de uva e da fruta o vinho (vinho, aliás, oferecido ao Papa Francisco em sua visita ao Brasil em julho de 2013), conserva em suas fazendas na zona rural da cidade o estilo “da roça”. Por meio do Polo, a cidade enaltece o turismo rural onde o visitante pode colher frutas do pé e degustar comidas típicas feitas em fogão à lenha.

Se por um lado é preciso preservar as origens, pois o ser humano é condicionado a descobrir-se e definir seu futuro por meio da análise do passado, análise essa que tem o intuito de transcender a emoção do indivíduo e sua identificação com o local; por outro a sobrevivência dessas origens é ameaçada pela globalização e pela necessidade do homem atual a ter suas raízes em moving roots. Do mesmo modo que a origem individual deve ser preservada, a memória e tradição coletiva também tem essa mesma necessidade.

O projeto do Polo Turístico do Circuito das Frutas é um bom exemplo de equilíbrio entre o patrimônio e desenvolvimento local, que por sua vez leva ao desenvolvimento dos cidadãos de Jundiaí. O Polo permite que o produtor rural se adeque ao novo cenário, fruto da globalização, no qual está inserida, entre outras coisas, a economia municipal. É uma estratégia de sobrevivência valendo-se da inovação dos meios sem perder a autenticidade da construção de anos de tradição, que tanto podem ser memória como atualidade. Reinventar-se para sobreviver é a profilaxia para um movimento cultural que não quer se acabar.

A produção rural artesanal de Jundiaí que já sofreu fases de esquecimento pela própria comunidade local. Por meio do projeto pode reinventar-se e voltar a ter destaque e prestígio. Agora é um movimento reconhecido não só pelos indivíduos que o cercam, como por todo um estado que reconhece sua importância. Jundiaí que há muito foi carinhosamente apelidada de “Terra da Uva”, atualmente vale-se do título para movimentar a economia e contribuir para o desenvolvimento local, colaborando com o crescimento da cidade, que também é um rico polo industrial, dentro de um universo onde reina a globalização muitas vezes desmedida. 

 

 

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O mercado de Aluguel de louças aumentou (e ficou ainda mais qualificado) de uns anos para cá. Um exemplo? Outro dia estava organizando uma lista de materiais que precisariam ser alugadas (Aluguel de louças para festas) para um festa

O serviço de locação para festas esta na zona sul em São Paulo.Sendo do ramo de locação para festas.



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