Prêmios Recebido:
• Ganhador do Prêmio Revelação Poética 2010, pela ARTPOP – Academia de artes de Cabo Frio – Rio de Janeiro.
• Ganhador do Prêmio Interarte 2011Categoria Destaque Artístico (poesia) pela Academia de Letras de Goiás.
• Menção Honrosa com a poesia “Saudades” Concurso de poesia “Carlos Cezar”, pela Casa do Escritor de Mogi Guaçu União Brasileira de Trovadores. 2012
• Ganhador do Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia melhores Poetas de 2013
• Ganhador do Prêmio Literarte melhores do Ano - Literatura – 2016
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Sexta-Feira, 22 de Fevereiro de 2019

Douglas Silva

Douglas Silva é Escritor, Poeta e Psicólogo formado pela Faculdade de Jaguariúna. Nascido em 1983 na cidade de Mogi Mirim (interior de São Paulo), atualmente reside em Mogi Guaçu, cidade vizinha. Possui várias publicações em Antologias nacionais e internacionais é autor dos Livros de Poesias “Vozes da Alma”, “Renascendo Amores & Poesias” e do Romance “Destinos”. Como colunista aborda temas relacionados à saúde e comportamento.

 *Membro Acadêmico Correspondente ARTPOP – Academia de artes de Cabo Frio – Rio de Janeiro. 2011
 *Membro Acadêmico Correspondente da ALAV – Academia de letras y artes de Valparaíso- Chile. 2011
 *Membro dos POETAS DEL MUNDO (entidade com sede no Chile).
 *Membro Acadêmico Efetivo "Academia de Letras Menotti del Picchia" / FALASP – Itapira – Estado de São Paulo - 2015

Prêmios Recebido:
• Ganhador do Prêmio Revelação Poética 2010, pela ARTPOP – Academia de artes de Cabo Frio – Rio de Janeiro.
• Ganhador do Prêmio Interarte 2011Categoria Destaque Artístico (poesia) pela Academia de Letras de Goiás.
• Menção Honrosa com a poesia “Saudades” Concurso de poesia “Carlos Cezar”, pela Casa do Escritor de Mogi Guaçu União Brasileira de Trovadores. 2012
• Ganhador do Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia melhores Poetas de 2013
• Ganhador do Prêmio Literarte melhores do Ano - Literatura – 2016

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Qual é o seu objetivo para criar algo que jamais morra?



 

Quando observamos a finitude da vida há diversos questionamentos que pode nos atormentar diante da nossa rica, mas breve passagem nesse planeta.

Como trabalhar a aceitação inexorável do tempo? E como aceitar o fim da vida, e consequentemente a morte?

Estamos quase sempre diante da correria do dia a dia e geralmente esquecemo-nos de olhar para cada detalhe que se perde quando permanecemos alienados e a mercê de tantas informações que influenciam nossa vida e que quase sempre não é compreendida por nós.

Diante disso, não observamos que a vida passa tão depressa, mesmo diante de tantas multidões que há dentro de nós, estamos nos tornando incapazes de viver cada segundo como se fosse o último, pois viver de qualquer maneira não nos leva a lugar algum. É mera tolice.  

Parece-me que a maioria das pessoas não está se atentando a esse detalhe, perdendo os segundos preciosos de suas vidas alimentando sentimentos, e, fazendo escolhas insuficientes que geralmente não acrescenta em quase nada para sua história.

Portanto, antes mesmo que a morte chegue a nos atormentar devemos olhar para nosso caminho e questionar como estamos conduzindo nossa existência. Parafraseando Chuck Palahniuk, se – “Todos nós morremos. O objetivo não é viver para sempre, o objetivo é criar algo que não morra”.

Dessa maneira quem de nós está deixando algo que realmente marque nossa existência aqui nesse planeta? Fazendo um exercício de olhar para a vida de cada um de nós é possível responder esta questão? Mesmo diante da certeza da morte, é o caminho que se faz até ela que marca nossa existência. Deixar algo que jamais morra é se fazer eterno. Todavia, para alcançar tal feito é necessário criar pontes ao invés de muros, deixar de viver e existir, simplesmente por não acreditar que a vida é bela é se tornar um mero rascunho que jamais será lido por outra pessoa.

Enquanto estivermos aprisionados, cegos continuaremos esmagados pelo nada. E, desse modo a vida se torna pequena e a morte mesmo que um pouco distante se faz mais presente, convertendo a vida em uma mera bobagem patrocinada por pessoas inconstantes. Então, qual será seu objetivo para criar algo que jamais morra antes que não haja mais “tempo” para viver esta vida?

 












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