Quarta-Feira, 20 de Fevereiro de 2019

Vander Christian

Vander Christian é apaixonado pelo mundo da leitura e escrita. Autor dos romances KARINA, PASSADO E PRESENTE e DUAS VEZES PAMELA MONTEIRO.

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Tradição



Chegou a época mais curiosa do ano. Apenas alguns dias separam o agora do Natal e Réveillon. Isso significa que está aberta a temporada das tradições. A uva é tradição. O branco é tradição e... perguntar também é tradição. A pergunta mais comum que se escuta é:

— Vai passar as festas em casa, ou vai viajar?

É uma curiosidade para saber o local que você vai estar na noite de Natal e Réveillon, que chega até ser... tradição!

Tenho um conhecido que, ao ouvir a pergunta feita por um colega curioso, respondeu com outra pergunta:

— Por que está perguntando isso?

— Porque se você não for viajar, eu e a minha família vamos para a sua casa; vamos festejar todos juntos — explicou o colega curioso.

— Que pena, vou viajar. Vou para outra cidade.

— Não tem problema, vamos juntos com você.

Na verdade, o colega só queria um lugar para festejar o Natal e o Réveillon, sem ter nenhum tipo de trabalho.

Curioso que depois de passar as festas, ninguém mais vê ninguém. Todos desaparecem. Ver um monte de pessoas, que não se falam há tempos, reunidas na mesma casa, também é uma tradição dessa época.

E tem a parte da comida, que sempre é um capítulo interessante no fim de ano. Eu, por exemplo, não gosto de azeitona. Se tiver maionese com azeitona na ceia, retiro todas elas! Aí alguém diz:

— Maionese tem que ter azeitona! É tradição.

— Quem falou? Mostra o decreto.

Não existe decreto. Alguém inventou isso, não sei por qual motivo, mas não é uma regra.

Aí vem a discussão clássica, sobre a uva no meio da comida. Tenso. Existe a tradição. Mas como isso se tornou uma tradição? Difícil de explicar. No entanto, quando o relógio aponta meia noite, os pratos enchem, pois todas as pessoas fazem um esforço danado para ficar sem comer até o relógio marcar meia noite. Tudo porque a tradição diz que só pode comer e brindar depois da meia noite!

Quando isso acontece, não tem azeitona na maionese, ou uva no arroz que impede alguém de montar o seu próprio prato. Até aquela receita, considerada um terror para quem quer manter a forma, acaba sendo devorada por quem recusou-a durante o ano inteiro.

Essa época do ano é assim: mágica. Fantástica. Curiosa. Com muita tradição.  

 

 

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Até breve,
Vander Christian

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