Sexta-Feira, 18 de Outubro de 2019

Murilo Mendes Maciel

Formação: Doutorado em Teologia Ministerial pela FATECBA e Licenciatura em História pela UNINTER

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Vamos focar para construirmos um futuro



Estamos no ano de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de Dois Mil e Dezessete, mais precisamente, aos quinze dias do mês de novembro. Está quente e acabou de desabar uma tromba d'água de granizo. A capacidade do ser humano de adptação é uma constante e tem sido uma virtude de grande valia para coletividade que permeia o globo terrestre. Mesmo distantes separados por milhares de léguas continentes habitados por populações que séculos atrás ja mais teriam idéia que um ser humano existisse em determinada região do glogo em condições tão diferentes das suas em diversas áreas.

A comunicação global foi uma revolução sem precedentes. A tecnologia tem dominado e aprimorado a sociedade independente do continente onde se encontre um agrupamento humano. Seja mulher, homem, criança, adolescente, ou ancião, todos estão interligados pela rede de comunicação. Barreiras raciais são quebradas - sejam - brancos, negros, amarelos ou vermelhos; todos somos seres humanos. Sei que estestermos podemparecerestranhos paraalguns. Resumidamente deforma grosseira de trás para frente seriam: vermelhos os indígenas; amarelos os asiáticos; os negros os africanos e os brancos os europeus. Hoje não vemos mais esse tipo de alusão; onde afrodescendentes poderiam alegar racismo.

Independente da sua origem, ou da a origem de sua familia, todos nós pertencemos a um agrupamento humano onde vivemos em sociedade com realidades próprias e nossas peculiaridades. Reportando ao nosso continente, mais precisamente a nossa querida pátria - a República Federativa do Brasil que passou por períodos: colonial, imperial, republicano, militar e democrático. Está com foco em questões raciais, de gênero, de excuídos. Mas, qual ofoco maior?

Olho para o passado e trago à memória as palavras de Sêneca:

"Nossos planos fracassaram porque não tinham objetivo. Quando um homem não sabe a que porto deseja chegar , nenhum vento é o vento certo."

Parece uma realidade do presente e não da antiguidade.

A falta de objetivo concreto e realizável, a falta de sonhos e projetos é assustadora.

O que você vai ser quando crescer?

O que vai cursar na graduação?

Depois pretende se especializar em alguma área?

Antigamente 40 anos atrás quando se perguntava à uma criança: O que você vai ser quando crescer? Ela diria: Polícia ou bombeiro - se fosse menino, se fosse menina - professora primária. Mas, percebemos que já tinha um foco traçado. Todos sonhavam em entrar na faculdade. Um bom casamento e constituir família. A religião sempre fez parte das famílias brasileiras. Se tinha o estudo como algo necessário para uma mudança social.

Tivemos muitos avanços e muitas conquistas, mas, infelizmente muitos perderam o foco, ou melhor dizendo, nasceram em uma sociedade sem foco definido. Todos querem fazer tudo e acabam não fazendo nada.

Recursos e condições a disposição da maioria, e mesmo assim perdese sem rumo definido; apenas questionando e indagando. Mesmo com grande esforço do poder público e muitas garantias e benefícios, o foco no futuro promissor deu lugar ao foco no submundo. Vamos focar de maneira produtiva e que construa um futuro digno para nossa geração.

 

 










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