Sábado, 25 de Maio de 2019

Vander Christian

Vander Christian é apaixonado pelo mundo da leitura e escrita. Autor dos romances KARINA, PASSADO E PRESENTE e DUAS VEZES PAMELA MONTEIRO.

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Vitória!



 

Era sexta-feira. Os pontos de ônibus estavam vazios. As estações de trens também. Era dia da seleção brasileira de futebol jogar. Uns se mostravam interessados, outros nem estavam se importando. Fato é que a rotina de cada dia foi alterada. Havia algo diferente na sexta-feira passada. Mesmo aquelas pessoas que fazem parte do grupo que não estão nem aí para a Copa do Mundo, mudaram suas rotinas de alguma maneira.

Eu fui trabalhar normalmente. Saí de casa no mesmo horário de sempre. Na empresa, as máquinas foram desligadas faltando dez minutos para às nove da manhã. Alguns procuraram o melhor lugar próximo do telão que a empresa arrumou para assistir ao jogo. Outros pessoas foram dormir. Outro grupo decidiu ficar no grêmio recreativo jogando tênis de mesa. Cada um à sua maneira.

Torcer é curioso. Você fica nervoso, ansioso, solta um palavrão, finge saber do assunto e diz o que faria se estivesse lá. Torcer ao lado de muitas pessoas é ainda mais curioso. As reações são muitas.

O tempo foi passando e o gol teimava em não sair. Não era o momento, mas quem está torcendo não quer saber disso; podia sair um gol a cada minuto! As pessoas ficavam pilhadas com cada chance perdida. No meio da bagunça ainda consegui ver o contraste existente da sexta-feira. Angústia de um lado e tranquilidade do outro. Poucos metros separavam as pessoas que não estavam nem aí para o jogo, das outras, que de alguma forma sofriam com o gol que não saía. De repente, um homem que aparentemente estivera dormindo se aproximou da sala onde o telão transmitia o jogo. Deu uma olhada e decidiu acompanhar a partida. A sua tranquilidade era algo de causar inveja nas outras pessoas ali presentes. O homem estava ali, talvez porque já estivesse cansado de estar em outro lugar. E então... Gol do Brasil! Gritos, pessoas pulando, cornetas sendo assopradas... E lá estava o homem, que parecia não se importar com o jogo, gritando e pulando! Tinha sido contaminado com aquela sensação boa de não mais ter a angústia como companheira.  

Veio o alívio e a certeza da vitória. A alegria tinha sido irradiada. O sorriso no rosto das pessoas mostrou que, de certa forma, todos queriam ver a vitória.

Podemos tirar como lição desse jogo de sexta-feira, o fato de que vencer tem o seu tempo. A vida sempre vai ser como um jogo de futebol: Algumas pessoas vão estar te acompanhando, torcendo muito por você, outras não estão nem aí, mas quem sabe, no final ela se levanta e comemora a vitória com você.

 

 

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