Quarta-Feira, 22 de Novembro de 2017

23/2/2011 - Jundiaí - SP

Criação da Escola de Governo visa à modernização da administração pública municipal




da assessoria de imprensa da prefeitura de Jundiaí

Jundiaí, 22 de fevereiro de 2011. A aprovação, pela Câmara Municipal, nesta terça-feira (22) do projeto de lei nº 10.782, do Executivo, criando a Escola de Governo e Gestão do Município –EGGMJ – representa, para o secretário Municipal de Recursos Humanos, Carlos Umberto Rossi, um importante passo em busca de novas formas de gestão dentro de um processo contínuo de modernização da administração pública. Um dos grandes incentivadores para que o projeto saísse do papel para a prática, Rossi conta que a ideia começou a ser trabalhada já na campanha do prefeito Miguel Haddad.Para podermos implantar uma política de desenvolvimento de pessoal é necessário criar estrutura para isso e a Escola de Governo nos dará essa condição”, comenta o secretário.

A EGGMJ nasce como uma autarquia, o que lhe dá autonomia, uma dinâmica própria, para implementação das ações de sua área, com a vantagem da agilidade. Segundo o secretário, será possível firmar parcerias com instituições tradicionais qu e trabalham com projetos educacionais específicos na área de desenvolvimento no setor público, como FAAP e FGV, dentre outras. “Pretendemos qualificar em todas as competências, mas a princípio vamos trabalhar com grupos de servidores desenvolvendo capacitações próprias e, quando já houver domínio da sua especialidade, aí partimos para outros treinamentos”, explica.

Prédio próprio


Carlos Umberto Rossi esclarece também que a Escola de Governo deverá funcionar em um imóvel exclusivo para as suas atividades, o que ainda não está definido, pois precisava antes tirar o projeto do papel, com a aprovação da lei. Tudo isso está previsto no orçamento anual de R$ 1.430.123,00 (Um milhão, quatrocentos e trinta mil e cento e vinte e três reais), cujo crédito adicional foi especificado no texto da lei.


O secretário explica que os treinamentos hoje existentes na Prefeitura terão continuidade, mas deverão incorporar as atividades da Escola de Governo. A meta é atender cerca de mil servidores por ano. A participação, contudo, é facultativa, mas Rossi entende que todo servidor almeja uma oportunidade dentro do serviço público e essa passa pela requalificação. “Obviamente que é interesse do próprio servidor melhorar os seus conhecimentos, visando agregar valor à sua avaliação, assim como desfrutar de vantagens na promoção pecuniária”, comenta.


Investimentos não param


Informatizar por completo todo o sistema de recursos humanos da Prefeitura é outro ponto que terá um foco especial daqui para frente, como explica o secretário. A intenção é que, no futuro, toda e qualquer informação referente à ficha do servidor esteja disponível para ele na hora e no lugar que quiser. “Se ele quiser saber das suas horas extras, imprimir seu hollerith, aviso de férias, enfim, tudo da forma mais prática e ágil”, prevê.


Além disso, ampliar a estrutura na área da Medicina Ocupacional também é assunto já em pauta na mesa do secretário, enfatizando ações preventivas no que diz respeito à saúde do servidor. “O grande legado que podemos deixar nesta administração é contribuir para uma prestação de serviço de qualidade, o que interessa não só ao serviço público como principalmente àqueles servidos por ele, que é a população”, encerra o secretário.



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