Quarta-Feira, 21 de Outubro de 2020

25/11/2011 - Jundiaí - SP

Encontro discute convivência familiar e comunitária




da assessoria de imprensa da prefeitura de Jundiaí

A Prefeitura de Jundiaí, por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads), realiza no dia 29 de novembro, às 8h, o 1º encontro sobre Convivência Familiar e Comunitária de Jundiaí e Região. O evento ocorre no Auditório Elis Regina, no Complexo Argos.

A proposta é abordar o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, preconizado pela Constituição Federal, artigo 227 §5º, depois pelo ECA, artigo 19, e também pela Lei 12.010. O evento apresentará ainda o Programa Família Acolhedora para toda a sociedade jundiaiense, além de prestar contas do que foi realizado pelo projeto nestes dois anos de funcionamento.

De acordo com Alda Renata Orsi Machado, assistente social, o encontro propiciará também um momento de reflexão sobre a garantia da convivência familiar e comunitária, além de conhecer experiências de programas de outros municípios. “É importante ressaltar o atendimento às famílias que tiveram seus filhos retirados de seu convívio, famílias estas que são a estrutura vital no desenvolvimento de crianças e adolescentes.”

O evento é destinado para todos os técnicos que trabalham com crianças, adolescentes e famílias de Jundiaí e região, além de pessoas da comunidade interessadas em conhecer o Programa Família Acolhedora e o trabalho desenvolvido.

Confira a programação:

8h: Abertura Cerimonial

9h: Apresentação dos dados do Programa Família Acolhedora de Jundiaí

9h40: Palestra: “Programas de Acolhimento Familiar: Experiências e Perspectivas”, ministrada pela assistente social Lucilene Gomes

10h30: Palestra: “Famílias: mitos, sonhos e realidade social”, pela assistente social e doutora Marina França

11h10: Debate

12h: Encerramento

Família Acolhedora

Instituído pela Lei Municipal nº 7201 e regulamentado pelo decreto nº 21599, o programa Família Acolhedora visa acolher, temporariamente, crianças ou adolescentes que tiveram seus direitos violados e que, por isso, necessitam de amor e proteção até o retorno à sua família de origem. Atualmente, o programa conta com a participação de 13 famílias capacitadas e cinco crianças estão em lares temporários.

Durante o acolhimento por determinação do Juiz da Vara da Infância e Juventude, o programa desenvolve ações tanto para a família acolhedora quanto para a de origem, que recebe o suporte, apoio e acompanhamento necessários. “O objetivo é fortalecer o núcleo familiar, reconhecendo suas potencialidades e identificando suas dificuldades para o apoio e encaminhamento, evitando que os problemas sejam repetidos”, explica a assistente social Eliana Bruini Giacomelli.



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