Quinta-Feira, 3 de Dezembro de 2020

21/9/2011 - Jundiaí - SP

Produtores podem ganhar selo de Identificação Geográfica




da assessoria de imprensa da prefeitura de Jundiaí

Uma reunião realizada na sexta-feira, dia 16, na sede local do Centro de Frutas do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) foi o primeiro passo para a possível implantação do selo de Identificação Geográfica dos produtos englobados pelas dez cidades do Circuito das Frutas. A proposta é do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, cujos técnicos estiveram na cidade para um primeiro contato com os interessados.

De acordo com Isabel Harder, diretora de Agronegócio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, que representou o secretário Jorge Yatim, a idéia é muito válida e pode ser mais um recurso para valorizar a produção rural dessas cidades. “No caso de Jundiaí, temos a uva rosada, que é uma fruta que nasceu na cidade, além de outras como o pêssego, também”, disse. Segundo ela, cada cidade tem muito a oferecer para a criação desse selo e o assunto deve ter a discussão ampliada num próximo encontro, quando se espera a presença dos produtores das cidades do Circuito.

O que é a Indicação geográfica?

O termo Indicação Geográfica (IG) ganhou ênfase quando os produtores, comerciantes e consumidores começaram a identificar que alguns produtos de determinados lugares apresentavam qualidades particulares, atribuíveis à sua origem geográfica, e começaram a denominá-los com o nome geográfico que indicava sua procedência.

A presença de um selo de IG é uma verdadeira garantia para o consumidor, indicando que se trata de produto genuíno, cuja especificidade se deva à sua origem. Desse modo, os produtos com este símbolo inspiram uma maior confiança a quem os consome, assegurando que eles têm uma história, uma determinada forma de produção local e, sobretudo, boa reputação ligada às características da região, dentre outras vantagens.

O secretário Jorge Yatim comentou que essa é uma proposta que deve ser vista com grande empenho por parte dos produtores, pois é mais uma forma de dar visibilidade à produção regional, valorizando não só as culturas como o próprio trabalho do Circuito das Frutas. “Nossa secretaria vai dar todo o apoio necessário no sentido de trazer o pessoal para a discussão, pois é uma iniciativa da maior importância”, afirmou.

Participaram da reunião Marco Tecchio (presidente do Capta), Celso Sutti (Sindicato Rural), Mara Moura (diretora de pesquisa do IAC), Marco Antonio Biazzi e Luiz Alarcon (de Louveira), Daniel Miqueletto (secretário de Agricultura de Louveira), Augusto Billi (do Ministério da Agricultura), Nelson Luzin (do Ministério da Agricultura), Malinilia Otani (do Instituto de Economia Agrícola) e a diretora da SMAA, Isabel Harder.



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