Quinta-Feira, 19 de Setembro de 2019

14/4/2011 - Jundiaí - SP

Programa promove uma Viagem Fantástica à história do Polytheama




da assessoria de imprensa da prefeitura de Jundiaí

O ano é 1911. O momento: a inauguração do Pavilhão Polytheama, contada por duas senhoras da sociedade local. É assim que inicia uma Viagem Fantástica pelo Teatro Polytheama, um projeto da Secretaria de Cultura que visa contar a história do centenário local para crianças, jovens e adultos.

Iniciado em 2007, o projeto ganha destaque especial no ano do aniversário de 100 anos. “O objetivo do Viagem é levar crianças, jovens e adultos para conhecerem melhor a história do nosso teatro, sua função social. Durante cerca de uma hora, os visitantes recebem informações sobre a origem do teatro, enquanto arte. Neste ano, o projeto foi modificado e a ênfase voltada para o centenário. A ideia é resgatar a memória do Polytheama”, explica a Secretária de Cultura, Penha Camunhas Martins.


A viagem ao passado é feita por meio de encenações e conversas das atrizes Carol Ferretti e Caroline Ungaro, que levam os visitantes para percorrem todos os espaços do teatro e a imaginarem como era o centenário prédio na sua inauguração, quando ainda era chamado de Pavilhão Polytheama, os anos que abrigou o cinema, passando pelo seu auge e chegando aos anos de abandono e a glorificação da reforma até a reinauguração em 1996.

As atrizes comentam que durante as visitas acabam por descobrir novas curiosidades sobre o teatro. “Durante as viagens conhecemos pessoas como Izalcira Sagrillo, filha de Ezualdo Sagrillo, conhecido como Dau, que foi o tipógrafo do Cine Teatro Polytheama e nele morou de 1941 a 1953. Foram compartilhadas diversas histórias vividas por vários viajantes nas mais diversas épocas. Também já nos relataram sobre uma bomboniere que ficava onde hoje é a Galeria”, lembram.


Em 2010, o projeto desenvolveu 27 apresentações, cerca de 800 pessoas viajaram e voltaram ao tempo, conhecendo e compartilhando memórias sobre o centenário Polytheama, desde os funcionários da Casa da Cultura até escolas públicas e privadas de Jundiaí e região, até grupos independentes e cidadãos interessados em conhecer e vivenciar um pouco mais sobre a história desse patrimônio histórico e cultural.


A mistura entre encenação e informação histórica dá leveza à Viagem. Nos mais velhos, desperta sentimentos adormecidos de amor à arte e para os mais novos, a necessidade desse amor”, afirmam as atrizes.


Experiência única


Em março a viagem recebeu alunos da EMEB Rotary Club como Vitória Cristina Santos da Silva e Guilherme Ferraz de Moraes, ambos com 1/10 da idade do centenário teatro. Aos 10 anos, os estudantes contaram que nunca tinham entrado no Polytheama, mas que gostaram muito da experiência que tiveram. “Foi muito legal, achei muito divertido essa maneira de contar a história como seu fosse uma peça de teatro mesmo, com os personagens caracterizados conforme a época. Agora que conheci sobre o teatro, vou pedir para assistir peças e shows aqui”, afirmou Vitória.


Os estudantes estavam acompanhados da professora Regiane Carla Arruda, que participou pela primeira vez do projeto. “Como munícipe posso afirmar que foi uma experiência única, me arrepiei em muitos momentos, pois a carga de emoção que as atrizes conseguem passar é muito grande. Durante a viagem lembrei-me de momentos da minha vida que passei aqui (Polytheama). Como educadora, só tenho que parabenizar, pois a didática é muito boa, pois os alunos se sentem ambientalizados com o lugar e a imaginação ajuda a fixar as informações recebidas".


As Viagens são gratuitas, com duração de 50 minutos. Os grupos devem ter no mínimo 10 e no máximo 30 pessoas. Os interessados podem ligar e agendar diretamente no Teatro Polytheama pelo telefone 11 4586-2472, com Maria Antônia.



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