Sábado, 24 de Outubro de 2020

1/9/2011= - Jundiaí - SP

VITILIGO - Doença atinge cerca de 1% a 2% da população




da assessoria de imprensa

VITILIGO

Caracterizada por manchas brancas na pele, a doença atinge cerca de 1% da população e preocupa portadores e familiares, mobilizando profissionais envolvidos na pesquisa e tratamento da dermatose 

O Vitiligo é doença adquirida, que ocorre por ausência de melanina, por inativação ou destruição dos melanócitos. São manchas brancas, de vários tamanhos que surgem em qualquer parte do corpo, mais comumente nas extremidades dos membros inferiores e superiores – mãos e pés e afetam também joelhos, cotovelos, face e genitais, podendo acometer também os pelos. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 4 milhões de pessoas sofrem dessa doença dermatológica no País. No mundo, a incidência do vitiligo abrange de 1% a 2% da população (www.drauziovarella.com.br).

Também chamado de leucoderma, o vitiligo não é considerado contagioso e não causa danos à saúde, mas costuma atingir pessoas de todas as idades. “No entanto, ele surge com mais frequencia abaixo dos 20 anos”, afirma Agnaldo Augusto Mirandez, dermatologista e diretor da Clínica de Estética e Dermatológica Perfetta, localizada no Pacaembú, em São Paulo. Ele acrescenta que é impossível prever quando, e se, a doença vai surgir, bem como sua evolução. “Em um mesmo paciente, as lesões podem regredir ao mesmo tempo em que outras novas também surgem”, diz.

Sem causa definida

As causas do vitiligo ainda sãos desconhecidas, mas vários fatores podem ajudar a desencadear a doença: ferimentos, inflamações na pele, queimaduras causadas pelo Sol e também o estresse (Sociedade Brasileira de Dermatologia). Este último, ligado ao estado emocional da pessoa, é o mais preponderante, pois tem a ver tanto com a manifestação da doença como também com o tratamento. “Tensão, preocupação e ansiedade contribuem para que as manchas de vitiligo se desenvolvam. Dessa forma, o alívio às tensões contribui para que o tratamento conte com melhores resultados”, comenta Mirandez.

O Tratamento

Em geral, o tipo de tratamento usado no cuidado com o vitiligo vai depender do estágio em que a doença dermatológica se encontra. “Normalmente, ele costuma ser de longa duração e vai desde o uso de medicamentos até mesmo ao emprego de técnicas cirúrgicas”, revela o dermatologista. Ele ressalta, no entanto, que o médico avalia qual é a melhor forma de tratar o problema, mas os resultados vão depender muito de como o organismo vai reagir, e acrescenta: “A perseverança e também a disciplina do paciente vão fazer muita diferença no resultado final”.

Os danos estéticos que acometem os portadores do vitiligo são alguns dos fatores que afetam diretamente o estado psicológico e a autoestima do paciente, que se sente, muitas vezes, pouco confortável perante a sociedade por conta do preconceito nela existente. Neste caso, é imprescindível o tratamento realizado com um profissional da área psicológica, para que seu emocional sofra o menor dano possível e não reflita ainda mais no problema.

Serviço:

www.dermatologiaperfetta.com.br



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